ICFEr moderna exige quatro pilares modificadores de prognóstico; diurético trata congestão.
Classificar FE, NYHA, sinais de congestão, PA, FC, peso, função renal, potássio, causa provável e comorbidades. Identificar descompensação por ganho de peso, dispneia progressiva, ortopneia, edema e baixa perfusão.
Confirmar diagnóstico ou suspeita e solicitar eco quando necessário. Introduzir e titular os pilares conforme tolerância, sem esperar a dose máxima de um para iniciar todos. Usar furosemida para congestão, ajustando por peso e sintomas. Monitorar PA, FC, potássio, creatinina/eTFG e peso.
Edema agudo de pulmão ou dispneia intensa em repouso. Hipotensão sintomática, confusão, extremidades frias ou baixa perfusão. Ganho de peso rápido com dispneia progressiva, hipoxemia, arritmia grave ou síncope.
Diagnóstico novo, FE ≤ 35%, descompensações frequentes ou NYHA III–IV. Consideração de ARNI, iSGLT2 via protocolo, ferro EV, CDI/CRT ou causa não esclarecida. Não tratar ICFEr só com furosemida. Não usar verapamil/diltiazem em ICFEr nem IECA + BRA juntos. Não iniciar/aumentar betabloqueador durante descompensação congestiva importante. Este capítulo é apoio à decisão e não substitui avaliação individualizada, protocolos locais, diretrizes atualizadas ou julgamento médico.