Risco cirúrgico bom é objetivo: tipo de cirurgia, capacidade funcional, comorbidades e exames com indicação.
Identificar urgência da cirurgia, risco do procedimento, capacidade funcional, DAC, IC, AVC, DRC, diabetes, valvopatia, arritmia, sintomas atuais e medicações. Usar índice clínico como RCRI quando adequado.
Cirurgia de emergência: estabilizar o possível e comunicar risco. Cirurgia eletiva: adiar se há condição cardíaca ativa não avaliada. Exames somente se mudarem conduta. Planejar antiagregantes/anticoagulantes com cirurgião e cardiologia.
SCA suspeita, IC descompensada, arritmia instável ou valvopatia sintomática importante. PA muito elevada com sintomas/lesão de órgão-alvo ou síncope recente de alto risco.
Cirurgia vascular ou de alto risco com múltiplos fatores. DAC/IC/valvopatia sem avaliação recente e sintomas. Dúvida sobre anticoagulação, dupla antiagregação ou baixa capacidade funcional de alto risco. Não pedir teste ergométrico para todo paciente. Não liberar cirurgia eletiva com dor torácica instável. Não iniciar betabloqueador em dose alta imediatamente antes da cirurgia. Este capítulo é apoio à decisão e não substitui avaliação individualizada, protocolos locais, diretrizes atualizadas ou julgamento médico.