Avalie os critérios de síndrome de resposta inflamatória sistêmica (SIRS).
Quantificar critérios de resposta inflamatória sistêmica e apoiar a triagem clínica.
Use para descrever a resposta fisiológica, sempre investigando causas infecciosas e não infecciosas.
Informe temperatura, frequência cardíaca, frequência respiratória ou PaCO₂, leucócitos e, quando disponível, bastões/formas imaturas. Leucócitos >12.000 ou <4.000 ou bastões >10% contam juntos como um único critério hematológico.
Dois ou mais critérios sinalizam resposta inflamatória, mas não definem infecção ou sepse; SIRS é inespecífico e pode ocorrer sem infecção. Procure disfunção orgânica.
É sensível e pouco específico. Febre, trauma, pós-operatório, gestação e medicamentos podem alterar critérios.
Exemplo: febre e taquicardia podem preencher dois critérios sem provar infecção; use história, exame e exames complementares.
Compare SIRS com qSOFA e explique o que cada ferramenta pode ou não responder. Não inclua nome, CPF, telefone, endereço ou qualquer outro identificador. Quais causas não infecciosas de SIRS devem ser lembradas neste contexto? Não inclua nome, CPF, telefone, endereço ou qualquer outro identificador. Estruture uma reavaliação clínica com sinais de alarme. Não inclua nome, CPF, telefone, endereço ou qualquer outro identificador. A Dra. Clarice não recebe dados automaticamente. Não inclua nome, CPF, telefone, endereço ou outro identificador.
Referências: Surviving Sepsis Campaign; PubMed — busca bibliográfica. Publicado em 2026-08-15; revisado em 2026-08-15. Autoria e revisão médica: Dr. Clairton Luis Dumke, CRM-PR 53.866; Dra. Julia Laguna Pollo Dumke, CRM-PR 63.067. Conteúdo para apoio à decisão, sem substituir avaliação médica.