Avalie o nível de consciência com a Escala de Coma de Glasgow — resposta ocular, verbal e motora.
Padronizar a avaliação do nível de consciência pela melhor resposta ocular, verbal e motora.
Use em avaliação neurológica seriada, trauma e alterações de consciência, registrando componentes e limitações.
Escolha a melhor abertura ocular, resposta verbal e resposta motora observadas; anote sedação, intubação, afasia ou barreiras.
As faixas 13–15, 9–12 e ≤8 são convenções de gravidade, não diagnósticos isolados. O total varia de 3 a 15 e a tendência é frequentemente mais útil; pontuações baixas exigem atenção à via aérea.
Não reduza a avaliação neurológica ao total. Sedação, intubação, intoxicação, afasia e componentes não testáveis devem ser registrados, e o escore não deve atrasar estabilização, glicemia, pupilas ou investigação de causa.
Exemplo: paciente que obedece comandos, fala confuso e abre os olhos ao chamado deve ter componentes registrados separadamente.
Interprete a tendência da Glasgow e os componentes que precisam ser repetidos. Não inclua nome, CPF, telefone, endereço ou qualquer outro identificador. Quais limitações de comunicação, sedação ou intubação devem constar no registro? Não inclua nome, CPF, telefone, endereço ou qualquer outro identificador. Organize a passagem do caso com exame neurológico objetivo. Não inclua nome, CPF, telefone, endereço ou qualquer outro identificador. A Dra. Clarice não recebe dados automaticamente. Não inclua nome, CPF, telefone, endereço ou outro identificador.
Referências: Neurocritical Care Society — Guidelines; NICE — Clinical Knowledge Summaries. Publicado em 2026-08-15; revisado em 2026-08-15. Autoria e revisão médica: Dr. Clairton Luis Dumke, CRM-PR 53.866; Dra. Julia Laguna Pollo Dumke, CRM-PR 63.067. Conteúdo para apoio à decisão, sem substituir avaliação médica.